domingo, 11 de setembro de 2011

Foi há onze anos! Mais uma vez, a morte saiu à rua.

16 comentários:

heretico disse...

beijo.
gostei muito de ouvir aqui.

Luis Eme disse...

e não mais parou, especialmente no chamado oriente...

beijinho Isamar

Luís Coelho disse...

E digam-me porque é que os homens continuam a matar....???

Estas datas não se esquecem mas continuam a celebrar o desejo de vingança.

Não seria melhor repensarem que ninguem é senhor do mundo e que todos devem dar as mãos e ajudar-se com amor e com respeito...???

Filoxera disse...

Infelizmente.
Do que o ser humano é capaz...
Beijos.

Menina Marota disse...

Será que um dia a História contará toda a VERDADE deste holocausto?

pinguim disse...

E não esqueçamos o "outro" 11 de Setembro, no Chile. Aí também a morte saiu à rua.

Zé Povinho disse...

Todos os dias ela sai à rua, mas há quem não tenha o mínimo remorso em ceifar vidas apenas por interesses como o poder ou o dinheiro.
Gosto muito da música.
Abraço do Zé

gaivota disse...

e continua a sair, impediosamente, por toda e qualquer RUA!
beijinhosssssssss milesssss

elvira carvalho disse...

E continua solta por aí, no desespero de cada um.
Ia jurar que já tinha comentado este post.
Um abraço e as melhoras

BlueShell disse...

Sem dúvida- mas continua...infelizmente!
Às vezes pergunto-me se algum dia isso terá um fim e a resposta que me ocorre é...sim, no dia "FINAL"!

BRANCAMAR disse...

Um dia marcante para toda a humanidade.

Beijinhos Isabel.

greentea disse...

a mortte sai à rua todos os dias ...

Fernanda disse...

Fiquei triste, assim de repente!
Não é para menos!!!

Este tema, em particular, lembra-me os três espectáculos recentes que fui ver em forma de Tributo ao Zeca Afonso, para que a vida não foi nada justa.

Beijinho

Maria Luisa Adães disse...

Gosto sempre de ouvir aquela voz única a cantar...sem morrer!

Mª. Luísa

BRANCAMAR disse...

Espero que esteja tudo bem contigo, minha amiga.

Beijos

Parapeito disse...

Que saudades do Zeca...aquela alma grande e boa...
Triste ..tão triste que continue a morte a sair vencedora grande parte das vezes
brisas doces***